Escrito por Marketing Ausland em

Estácio de Sá adquire Faculdade Nossa

Valor da compra chega a R$ 90 milhões

A Faculdade Estácio de Sá colocou em prática o projeto de ampliar o seu alcance em levar ensino superior, devidamente reconhecido pelo MEC, para quem esteja interessado em, ainda neste ano, dar início à sua graduação ou pós. É que a Estácio de Sá comprou o Centro Educacional Faculdade Nossa Cidade, que também possui uma gama de cursos de nível superior e pós-graduação, o que irá somar ainda mais com o alcance da Faculdade Estácio de Sá.

Segundo valores divulgados pela imprensa, o valor pago pelo compra foi de R$ 90 milhões de reais.

A Faculdade Nossa fica no interior de São Paulo, na cidade de Carapicuíba. Para ser ter uma noção da magnitude do que a Estácio visou ao adquirir a faculdade paulista, pode-se citar que a Faculdade Nossa tem 24 cursos de graduação caminhando para o processo de reconhecimento; mais 11 cursos de pós-graduação, perfazendo um total de 8,7 mil alunos, mais 16.580 vagas autorizadas, o que é uma quantidade considerável para uma unidade de nível superior privada.

A Faculdade Nossa é tradicional no mercado educacional. Foi fundada em 2005 e, desde então, vem ampliando frequentemente o número de cursos de graduação e especializações ofertados. Isso explica porque a Estácio decidiu anexar a unidade de ensino ao seu ambicioso projeto de crescer por todo o Brasil.

Conforme os meios de comunicação, o pagamento dos R$ 90 milhões foi feito de uma forma peculiar: 52% do valor foi pago durante a assinatura do contrato; parte em dinheiro e a outra assumindo as despesas da faculdade. Os 48% restantes serão pagos em 42 parcelas. Os valores, como informa o Valor, não incluem os imóveis ocupados pela Nossa.

A Estácio de Sá agora chega a São Paulo com a proposta de levar o mesmo Know-how praticado em estudos de nível superior no Rio de Janeiro, através de cursos como Direito, Engenharias e Arquitetura, Saúde, Licenciaturas, Gestão e Tecnólogos. Importante salientar que a negociação ainda está sob análise do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), que avaliará o negócio face às legislações de concorrência vigentes.

Leia a matéria na Exame ou no Valor.

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